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Rio Montreux Jazz Festival apresenta a programação da 3ª edição do evento, que acontece em outubro

Festival terá quatro dias e acontecerá no Morro da Urca, e mais 30 shows gratuitos pela Orla do Rio de Janeiro e Forte de Copacabana

 

Divulgação


Al Di Meola, John Patitucci, Billy Cobham,

Anders Helmerson Trio e Anatole Muster são as atrações confirmadas

Entre os grandes nomes brasileiros presentes estão Hermeto Pascoal, Liniker, Ney Matogrosso, Emicida, João Bosco, Jaques Morelenbaum, Elba Ramalho e Chico César, entre outros


Al Di Meola
Billy Cobham
John Patitucci

Fotos: Divulgação


Em outubro de 2023, o Rio de Janeiro recebe a terceira edição do Rio Montreux Jazz Festival, evento que conquistou a cidade com grandes nomes da música brasileira e internacional e que novamente apresenta shows exclusivos, encontros inéditos e novos arranjos. O festival terá quatro dias de duração, de 11 a 14 de outubro, e, acontecerá no Parque Bondinho Pão de Açúcar, Morro da Urca, e também na Orla do Rio de Janeiro e Forte de Copacabana com mais de 30 apresentações gratuitas.


Seguindo o modelo conhecido mundialmente do Montreux Jazz Festival, criado em 1967 na Suíça, o evento tem em seu line-up nomes consagrados assim como espaço para novos talentos que começam a trilhar seus caminhos na música. Também contará com a participação de instituições que utilizam a música como forma de educação, acessibilidade e inclusão social. A ideia é que, no período do festival, a cidade vivencie experiências musicais em diferentes locais.

No Parque Bondinho Pão de Açúcar, Morro da Urca, endereço principal do Rio Montreux Jazz Festival, estarão dois palcos – Villa-Lobos e Village - com capacidade para receber até 2 mil pessoas por dia de evento. Além de 4 shows diários, o espaço conta também com área de convivência, com opções de alimentação e bares e a vista mais espetacular da cidade do Rio de Janeiro.


Maria Gadu / Foto: Loiro Cunha
Emicida / Foto: Wendy Andrade
Hermeto Pascoal / Foto: Gabriel Quintão




Seleção musical

A programação do Rio Montreux Jazz Festival, desde sua primeira edição em 2019, tem a assinatura do produtor musical Marco Mazzola. Idealizador da noite brasileira do Montreux Jazz Festival, que teve início em 1978, Mazzola busca trazer para os palcos apresentações inéditas no país, encontros entre grandes estrelas e também artistas se aventurando em novos ritmos e instrumentos. Um ponto de destaque também está na seleção dos novos artistas, músicos promissores que tem a oportunidade de mostrar seu talento para um público mais amplo e já com a chancela da curadoria do festival.

“Ter o Brasil como um dos primeiros países no mundo a receber uma edição do Montreux Jazz Festival, em 2019, foi muito emblemático. É um reconhecimento ao nosso trabalho junto à organização da Suíça e também uma reverência ao potencial e a força da música brasileira. Chegamos agora nesta terceira edição trazendo todo o potencial do evento, neste formato que envolve a cidade e leva música para diferentes regiões e para um público diverso. Esse é o verdadeiro espírito de Montreux – multiplicar a boa música, reverenciar os artistas e, sobretudo, criar uma experiência inesquecível para o público”, diz Marco Mazzola.

A 3ª edição do Rio Montreux Jazz Festival será aberta, dia 11/10, no Palco Villa-Lobos com o puro jazz do contrabaixista John Patitucci, que traz ao Brasil seu all-star Electric Guitar Quartet apresentando David Gilmore, Steve Cardenas e Brian Blade. O repertório contará com obras que viajarão por toda sua discografia, do Classic Jazz até o Jazz-Fusion. Na sequência, Al Di Meola voltará a empunhar guitarras elétricas em um show inédito no Brasil, “Al Di Meola Acoustic Eletric Band” desenvolvido especialmente para o festival, onde um dos mais aclamados guitarristas de jazz do mundo fará dois formatos na mesma apresentação: um totalmente acústico e outro elétrico.

João Bosco / Foto: Divulgação
Vanessa Moreno / Foto: Lorena Dini


Jaques Morelenbaum / Foto: Divulgação
Mestrinho / Foto: Divulgação













No dia 12, a noite começa com a homenagem a um dos grandes nomes da música brasileira: João Bosco. O artista mineiro proporciona mais um momento exclusivo, revisitando sua carreira acompanhado por Jaques Morelenbaum, Vanessa Moreno e Mestrinho no musical intitulado “O Corsário: O Coração Tropical de João Bosco”. Fechando a noite de quinta-feira, Ney Matogrosso celebra seus 50 anos de carreira, ao lado de Liniker, Ana Canãs, Duda Brack e Filipe Catto, no espetáculo “Sangue Latino: 50 anos de carreira de Ney Matogrosso”.



Ney Matogrosso / Foto: Marcos Hermes


Liniker / Foto: Divulgação
Ana Cañas / Foto: Marcus Steinmeyer
Filipe Catto / Foto: Divulgação

Na sexta, Hermeto Pascoal, reconhecido como um dos maiores nomes mundiais do jazz, traz a celebração “A nave mãe no Rio Montreux”, O último show da noite é uma grande festa ao Nordeste brasileiro, “Viva Nordeste” com Elba Ramalho e Chico César recebendo a SpokFrevo Orquestra.


SpokFrevo / Foto: Beto Figueroa
Chico Cesar / Foto: Divulgação
Elba Ramalho / Foto: Lucas Menezzes

A última noite do Rio Montreux Jazz Festival 2023 receberá o ícone do Jazz, Billy Cobham. Billy virá com sua banda principal formada por Emilio Garcia na guitarra, Steve Hamilton e Camelia Ben Naceur nos teclados e Victor Cisternas no baixo, apresentando um show dedicado a toda sua discografia de mais de 40 anos. Fechando o Palco Villa-Lobos, Emicida vai surpreender ao apresentar o espetáculo inédito criado para o festival “AmarElo encontra A Love Supreme”, onde o artista recria seu show AmarElo inspirado pela masterpiece do Jazz, A Love Supreme, de John Coltrane.

Entre os shows principais que acontecem no Palco Villa-Lobos, o público ainda poderá curtir o palco Village, onde se apresentarão artistas de diversos estilos musicais como Nanda Moura com sua cigar box guitar e seu genuíno blues, Dani Spielmann e seu trio de choro, YEBO- musical inspirado na dança típica da África do Sul-, e Maíra Freitas com seu quarteto de música instrumental além de outras atrações nacionais e internacionais.

A programação dos shows gratuitos na Orla da cidade e no Forte de Copacabana será divulgada em breve.

A pré-venda exclusiva para clientes Claro e Mastercard começa nesta segunda-feira, 11 de setembro, segunda-feira, a partir das 10h. A venda geral ao público começará às 10h do dia 15 de setembro, sexta-feira, através do site oficial do evento.

A CLARO e o Governo do Estado do Rio de Janeiro, com a Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, através da Lei Estadual de Incentivo à Cultura, apresentam o Rio Montreux Jazz Festival, com patrocínio global da Julius Baer e patrocínio de Mastercard, The Genglivet e Salomão Advogados. O evento tem apoio do Fairmont Rio Copacabana, Shopping Leblon, Swiss International Airlines, 15º Cartório de Notas e Parque Bondinho Pão de Açúcar®, Embaixada e Turismo da Suíça. A realização é da MZA Music com correalização da Gael.

Programação Rio Montreux Jazz Festival 2023

Parque Bondinho Pão de Açúcar, Morro da Urca

Dia 11 de outubro – quarta-feira

Palco VILLA-LOBOS

22:30h – John Patitucci Electric Guitar Quartet

00h – Al Di Meola Acoustic Electric Band

Palco VILLAGE

21:50 e 23:30 – YEBO

Dia 12 de outubro – quinta-feira

Palco VILLA-LOBOS

22:30h – João Bosco convida Vanessa Moreno, Jaques Morelenbaum e Mestrinho.

(O corsário: O coração tropical de João Bosco)

00h –Ney Matogrosso convida Liniker, Ana Cañas, Duda Brack e Filipe Catto

(Sangue Latino: 50 anos de carreira de Ney Matogrosso)

Palco VILLAGE

21:50 - Maíra Freitas e Jazz das Minas

23:30 – Nanda Moura

Dia 13 de outubro – sexta-feira

Palco VILLA-LOBOS

22:30h – Hermeto Pascoal & Grupo (A Nave Mãe no Rio Montreux)

00h –Elba Ramalho, Chico César e SpokFrevo Orquestra

(Viva Nordeste)

Palco VILLAGE

21:50 – Anders Helmerson Trio (Suécia)

23:30 – Dani Spielmann Choro Trio

Dia 14 de outubro - Sábado

Palco VILLA-LOBOS

22:30h – Billy Cobham Band

00h – Emicida (AmarElo encontra A Love Supreme)

Palco VILLAGE

21:50 – Veronese

23:30 – Anatole Muster (Suíça)

Sobre a venda de Ingressos

Pré-Venda

Exclusiva para clientes Claro e Mastercard

Início dia 11 de setembro, segunda-feira, a partir das 10h

Venda ao público geral

Início dia 15 de setembro, sexta-feira, a partir das 10h

A venda do Rio Montreux Jazz Festival será exclusiva no site oficial do evento. O evento terá a opção de ingresso promocional solidário, com valor reduzido, com parte de sua renda revertida para ASMB (Ação Social pela Música do Brasil).

RIO DE JANEIRO

Datas: 11, 12, 13 e 14 de outubro

Abertura espaço: 21hs

Local: Parque Bondinho Pão de Açúcar®, Morro da Urca

Endereço: Av. Pasteurnº 520, - Urca - Rio de Janeiro/RJ CEP 22290-240

Ingressos: A partir de R$ 350,00 na pré-venda

Classificação etária: Livre. Menores de 18 anos devem estar acompanhados dos pais ou responsáveis legais.

Venda online: pelo site oficial do evento ou pela Eventim

Para compras pela Internet é necessária a comprovação do direito ao benefício da meia-entrada no acesso ao evento.

- Parcelamento em até 4 vezes sem juros em todos os cartões aceitos (MasterCard, American Express, Visa, ELO)

- Venda limitada a 8 ingressos por CPF – sendo apenas 4 ingressos meia entrada por CPF

- Vendas online - Taxa de conveniência de 10% sobre o valor total da compra.

- Todas as condições acima poderão ser alteradas sem aviso prévio.

Sobre os músicos e os shows de 2023

PALCO VILLA-LOBOS

John Patitucci Electric Guitar Quartet

John Patitucci é considerado um dos maiores baixistas de Jazz de todos os tempos, eleito o “Electric Bassist of the Year” pela Jazz Journalists Association, premiação feita pelo principal grupo de crítica especializada no mundo do Jazz. Recebeu 4 Grammys, além de ter diversos trabalhos em primeiro lugar no Billboard Jazz.

Antes de seguir sua carreira solo, Jonh Patitucci tocou com os muitos dos maiores nomes do Jazz como Dizzy Gillespie, Wayne Shorter, Herbie Hancock, Chick Corea eWynton Marsalis. Também tem importantes contribuições com estrelas de outros gêneros musicais como Alicia Keys, Paul Simon, Bono Vox, Sting, Norah Jones, James Taylor, entre outros.

Al Di Meola Acoustic Electric Band

Presente na primeira edição do Rio Montreux Jazz Festival, em 2019, Al Di Meola retorna com um show inédito no país – na mesma apresentação terá momento totalmente acústico e também com seu talento na guitarra elétrica, e um setlist especialmente selecionado para o evento.

Considerado quatro vezes o Melhor guitarrista do mundo pela Guitar Player Magazine, sempre explorou uma grande variedade de estilos, em destaque para seus trabalhos Fusion influenciados pela música latina. Além de mais de 20 álbuns solo, tem colaborações com o supergrupo Return To Forever - Chick Corea, Stanley Clarke e Lenny White -, o célebre trio de violão com os companheiros virtuosos John McLaughlin e Paco de Lucia, e o trio Rite of Strings com o baixista Clarke e o violinista Jean-Luc Ponty.

João Bosco convida Jaques Morelenbaum, Vanessa Moreno e Mestrinho

O Corsário: O coração tropical de João Bosco

João Bosco, nascido em Minas Gerais, é um dos maiores cantores e compositores da cultura nacional, além de ser parceiro de importantes nomes da cultura latino-americana como Aldir Blanc e Vinícius de Moraes. Em um show intimista, de forte emoção pessoal, João Bosco recebe o violoncelista Jaques Morelenbaum, arranjador e músico parceiro das maiores estrelas da MPB. Participam também dessa celebração uma das grandes promessas da MPB da década de 2020, Vanessa Moreno, e de um dos sanfoneiros mais aclamados da atualidade, Mestrinho.

Ney Matogrosso convida Liniker, Ana Cañas, Duda Brack e Filipe Catto

Sangue Latino: 50 anos de carreira de Ney Matogrosso

Um show inédito e exclusivo do Rio Montreux Jazz Festival, quando Ney Matogrosso recebe no palco quatro expoentes da nova geração de artistas brasileiros em um show de diversidade, musicalidade e suingue com duetos que entoarão os maiores sucessos dessa lenda a cultura brasileira.

Liniker - artista que, aos 26 anos, é considerada uma das maiores revelações da música brasileira, vencedora do Latin Grammy como Melhor Álbum de Música Popular Brasileira. Liniker é uma das mulheres trans mais representativas do movimento e da cultura latino-americana.

Ana Cañas - artista revelação no ano de 2007, e que após 16 anos de carreira se tornou uma das mais cantoras mais influentes da cena brasileira no século XXI. Após cinco álbuns, dentre neles “Todxs”, vencedor do Latin Grammy, Ana lançou seu último trabalho no ano de 2021 – Ana Cañas canta Belchior – que começou como uma série de lives durante a pandemia e culminou na gravação de uma música inédita composta pelo próprio Belchior que lhe foi presenteada pelos filhos do cantor e compositor.

Duda Brack - atriz e cantora brasileira que, a convite do baterista dos Titãs, Charles Gavin, entrou em estúdio para gravar um álbum em homenagem aos Secos & Molhados, "Primavera nos Dentes". Após o lançamento, foi convidada para gravações ao lado de Ney Matogrosso e BaianaSystem.

Filipe Catto - artista trans e não-binária, cantora, instrumentista, compositora, ilustradora e designer. Conquistou o auge da fama muito jovem, com trabalhos voltados para a MPB. Já se apresentou ao lado de grandes artistas como Chico Buarque, Beth Carvalho, Marcelo Jeneci, entre outros.

Hermeto Pascoal

A Nave Mãe no Rio Montreux

Considerado um dos maiores nomes do jazz mundial, o autodidata Hermeto Pascoal aterrissa no Rio Montreux com seu Grupo, a tradicional “Nave Mãe”, que ajudou a impulsionar a carreira de grandes instrumentistas da música brasileira, entre eles Carlos Malta, Jovino Santos Neto, Nenê, Marcio Bahia, Vinicius Dorin e Heraldo do Monte. Atualmente, o grupo é formado por Itiberê Zwarg (baixo), Jota P. (saxes e flautas), Fabio Pascoal (percussão), André Marques (piano) e Ajurinã Zwarg (bateria) que, ao lado do “Campeão”, tornam suas apresentações uma verdadeira experiência sensorial indescritível, inesquecível e sem contraindicações.

Nascido em 1936, aos 10 anos aprendeu a tocar, acordeão, flauta e saxofone, entre outros instrumentos. É considerado hoje o maior nome da música instrumental brasileira. Em 2023, recebeu o título de Doutor Honoris Causa pela The Juillard School (EUA) das mãos da lenda do Jazz Wynton Marsalis, graças à sua contribuição para a música e arte como um todo a nível global.

Com centenas de músicas gravadas, algumas se destacam, dentre elas “Nem Um Talvez” e “Little Church” em parceria com o maior nome do Jazz de todos os tempos: Miles Davis. Foi um dos primeiros artistas a se apresentar na Suiça no Montreuz Jazz Festival, com destaque para o dueto com Elis Regina que se tornou um dos momentos mais lembrados da história do festival europeu.

Hermeto tem como característica criar camadas musicais e arranjos incorporando diversos elementos não tradicionais da música, como garrafas, chaleiras dentre outras coisas, pois na mão do “Bruxo”, se emite som, faz música.

Elba Ramalho, Chico César e SpokFrevo

Orquestra Viva Nordeste

Uma verdadeira celebração de toda uma região. Uma grande e verdadeira festa nordestina contando com três importantes nomes da nossa música popular, naturais de diferentes estados do Nordeste e que se juntarão para um encontro exclusivo. Elba Ramalho e Chico César subirão ao palco juntos para um show inédito e junto com a SpokFrevo Orquestra, formada por 17 músicos diretamente de Pernambuco e conduzida por Inaldo Spok Cavalcante, mais conhecido como Maestro Spok. A SpokFrevo Orquestra tem forte presença no circuito europeu, da Ásia e da África.

Billy Cobham Band

William C. Cobham gravou álbuns emblemáticos na história do jazz mundial, dentre eles “Bitches Brew”, de Miles Davis, considerado o primeiro álbum de jazz-rock da história da música. Uma das principais referência na bateria do jazz, particiou do conjunto de Jazz Fusion de Miles Davis, onde pode ser ouvido em clássicos como 'Like-Evil' e 'A Tribute to Jack Johnson'. Billy também integrou o grupo Mahavishnu Orchestra.

Após tantos projetos de sucesso, Billy Cobham começou sua própria banda, a Spectrum, e já no álbum de estreia apresentou uma mistura de jazz, funk e rock. Em 2001, foi nomeado um dos 25 bateristas mais influentes pela revista Modern Drummer.

Emicida

AmarElo encontra A Love Supreme

Emicida, rapper, cantor, compositor, letrista e empresário brasileiro, é considerado um dos maiores nomes da música urbana. Depois do enorme sucesso do álbum “AmarElo”, que lhe rendeu o Latin Grammy Awards, ele traz um novo espetáculo, inédito e exclusivo. A Love Supreme, considerado a obra-prima de John Coltrane que mudou o rumo da história do jazz em 1965, influenciou todos os grandes nomes do gênero desde então. Nesse show, o sucesso de AmarElo se funde com uma das masterpieces do jazz mundial, onde Emicida irá explorar novos caminhos musicais.

PALCO VILLAGE

YEBO

Após anos de estudos e intercâmbio com a África, a Cia Gumboot Dance Brasil, capitaneada pelo diretor artístico e dançarino Rubens Oliveira, coloca em cena uma dança popular da África do Sul com uma enérgica e complexa trama sonora que nasce do corpo.

Yebo

Maíra Freitas e Jazz das Minas

Jazz das Minas é um grupo de afro-samba-jazz formado só por mulheres e capitaneado por Maíra Freitas. A jam session gira entre improvisos e poesias. Os arranjos são inventados subvertendo gêneros e formas, misturando novas tendências e músicas tradicionais do repertório instrumental e de canções.

O grupo é formado por Maíra Freitas na direção e piano, Monica Ávilla no sax e flauta, Flavia Belchior na bateria e percussão e Paula Pardon no baixo.


Maíra Freitas e Jazz das Minas / Foto: juchalitafotografia

Nanda Moura

Nanda Moura, a cantora revelação da cena do Blues no Brasil, chega ao festival com suas guitarras e sua Cigar Box Guitar – clássico instrumento feito de materiais descartáveis no século XIX e que se popularizou durante a Grande Depressão (EUA – anos 30). É considerado um dos instrumentos percussores do Blues.

Nanda Moura / Foto: André Velozo

Anders Helmerson Trio (Suécia)

Pianista Sueco clássico que migrou para o rock progressivo e jazz. Seu primeiro álbum, End Of Illusion, ganhou o status de cult na cena jazzista europeia. Anders Helmerson já tocou com importantes instrumentistas, como Robertinho Silva, e sua arte atualmente apresenta uma mistura de música progressiva e jazz latino. O trio atualmente é formado pelos suecos Anders Helmerson no piano e Simon Fagerstedt no baixo, além do baterista colombiano Juan Mejia.

Anders Helmerson Trio / Foto: Divulgação

Veronese

Guilherme Veronese, guitarrista que acaba de lançar seu álbum debut, “Unmagic”, tem forte influência das construções harmônicas típicas do jazz-fusion.


Veronese / Foto: Divulgação

Dani Spielmann Choro Trio

Dani Spielmann é um dos principais nomes femininos no universo do choro. Saxofonista, compositora, flautista e arranjadora, leva para o universo de suas composições a gafieira, o choro, o ijexá, o samba, o forró e o jazz. Seu trio leva a magia da roda de choro para um público maior, fazendo balançar e sorrir, ocupando e requalificando espaços urbanos e fortalecendo esse riquíssimo traço de nossa identidade cultural.


Dani Spielmann / Foto: Divulgação

Anatole Muster (Suiço)

Com apenas 20 anos, o produtor e acordeonista Suiço Anatole Muster já foi aclamado pela crítica por sua abordagem única ao jazz moderno. O músico suíço colaborou com vários artistas como o canadense Tennyson e os californianos Kiefer e Daniel Hayn. Todos os três artistas contribuíram para sua faixa “Vacuum Lessons”, que tem mais de 800 mil reproduções no Spotify.

Anatole Muster / Foto: Valetin Neher

Pôster do festival foi criado pelo artista plástico Kobra

Os posteres são uma tradição do Montreux Jazz Festival. Todos os anos, um artista é convidado para criar a peça especial. Em 2023, Kobra foi convidado para assinar o pôster do Rio Montreux Jazz Festival.

Sobre o Montreux Jazz Festival

Criado em 1967, o Festival acontece na cidade suíça de Montreux, com 25 mil habitantes, vista para os Alpes e às margens do lago Leman. Por ano, recebe cerca de 250 mil pessoas para acompanhar os shows e programações culturais que acontecem durante as duas semanas de festa.

Nos seus mais de 50 anos de história, o Montreux Jazz Festival se diversificou e passou a incorporar novos ritmos, gêneros e linguagens artísticas. Em seus palcos se apresentaram grandes nomes da música mundial como: Nina Simone, Ray Charles, Miles Davis, Adele, Stevie Wonder, Prince, Pharrell Williams, David Bowie, Phil Collins, entre outros.

Em 1978, aconteceu a primeira participação de artistas brasileiros no Montreux Jazz Festival, graças ao incentivo do produtor musical Marco Mazzola, que intermediou essa aproximação com Claude Nobs, idealizador do Festival. O primeiro nome da música nacional a se apresentar em Montreux foi Gilberto Gil, que tocou em uma noite brasileira, que ainda teve nomes como a banda A Cor do Som e Silvinho. Desde então, a participação de ícones da música brasileira no Festival se tornou constante. O público assistiu shows memoráveis de Elis Regina, Hermeto Pascoal, Chico Buarque, Caetano Veloso, Ney Matogrosso, Milton Nascimento, Gal Costa e outros nomes da música nacional.

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