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Sonja se inspira em experiências pessoais para novo álbum, ‘Rainha de Copa’

A artista lança seu novo disco autoral no dia 25 de agosto, no qual relatos de relações abusivas, superação e fé se apresentam em forma de canção: “A música cumpriu sua missão de cicatrizar a ferida, transformar a dor em som e aflorar o amor através da minha voz”.

Foto: Julia Assis


Com influências diretas do Blues e Soul, a cantora Sonja se prepara para lançar o seu mais novo álbum autoral, “Rainha de Copas”, que chega às plataformas digitais no dia 25 de Agosto. A artista destaca a intensidade pessoal que esse álbum carrega, e afirma que o disco tem um lugar em sua vida como uma espécie de cura, para cicatrizar tudo aquilo que já viveu em relações abusivas, em processos internos de superação e a reconexão com a espiritualidade .


“O processo de criação deste álbum foi um revirar, remexer e reviver emoções e lembranças que hoje eu sei lidar melhor. Mexeu comigo de diversas formas, teve choro enquanto cantava, teve arrepio, tive que me teletransportar psiquicamente para outros lugares já passados da minha vida. As músicas falam de excessos em diversos aspectos, de relações abusivas e da superação dessas feridas. Das belezas e dificuldades do descobrimento de mim mesma.”


Contendo 10 faixas inéditas, os 2 singles lançados anteriormente e já conhecidos do público “Calma” e “Mudanças” e a romântica “My Baby” que será lançada no final de julho, o disco soma 13 músicas no total. 


Sonja declara ter as suas faixas queridinhas nesse álbum e dá alguns spoilers sobre o que vem aí: “O meu xodó é ‘Mudanças’, essa é a faixa que mais mexe comigo. Mas o medley (as três músicas que se unem para contar a história do álbum todo: Entregue/Triste/Louca) também tenho uma paixão gigante. E pra finalizar, ‘Te Vejo No Inferno’, que é super debochada e tem uns metais maravilhosos”.


Música com propósito


Nesse novo projeto, Sonja traz a mensagem sobre autoconfiança, superação, coragem e aprendizado. “O álbum fala de coisas da vida, sabe assim? Sobre não desistirmos de nós mesmos. Fala de amor também e tudo que vem no pacote. Uma mensagem de que não importa o quão ruim aquilo esteja, sempre podemos tirar algo de bom daquilo que nos fez mal, sempre podemos ressignificar isso.”


Segundo a artista, esse é um trabalho completamente diferente. O disco é uma história cantada com começo, meio e fim, além da sonoridade mais madura. “É um álbum que fala a língua de todos, que fala de amor, mas também de dor, um álbum com muita honestidade”.


Cantando sobre enfrentar seus medos, ela afirma: “A mensagem que quero levar é de que eu sinto o mesmo que você e está tudo bem sentir, porque alguns caminhos importantes vem daí, quando decidimos o que fazer com isso. Até a fraqueza tem sua força. O medo não anula a coragem. A mensagem é para não desistirmos de nós”. 


Espiritual do som ao nome


A escolha do nome do álbum carrega em si a sua história e foi um ato de fé. “Fui até a minha cigana e ela abriu um jogo de tarot para mim. Nesse jogo, me disse que se eu continuasse onde estava, iria acabar comigo e não teria mais volta. Mas se eu usasse minha força para sair dali, tudo fluiria”. 


A cigana em questão, ao puxar uma Rainha de Copas afirmou que aquela era a representação de Sonja saindo do caos. “Então esse álbum conta essa jornada, que ela me contou no jogo de Tarot. Por isso, cada música desse álbum, é representada por uma carta do Tarot”.


Um trabalho em equipe impecável


Criar um disco do zero é sempre um grande desafio para o artista e dessa vez Sonja contou com um verdadeiro time dos sonhos para compor a ficha técnica do álbum: a produção musical é assinada pelo músico, arranjador e diretor musical Marco Lacerda, que uniu neste trabalho sons marcantes de sua vida musical e memórias afetivas, elementos como Quincy Jones, Salaam Remi e Richard Cousins podem ser percebidos no álbum e as composições são inspirados em artistas como James Brown, Marvin Gaye e William Dixon. “Esses são artistas que escreviam música da alma, de maneira verticalizada e espiritualizada, assim como esse disco busca ser.”, afirma Marco.


Ygor Helbourn, é o co-produtor e também músico e arranjador. Os arranjos do álbum foram co-criados pelos membros da banda - Pedro Leão (baixo), Tiago Didac (percussão), Marco Tommaso (teclado), Marco Lacerda (guitarrista), Ygor Helbourn (baterista) e a própria Sonja (cantora). Foi um longo processo entre gravações e ensaios pré-estúdio, de acordo com a cantora essa etapa foi essencial para o resultado final do álbum. A ficha técnica completa estará disponível nas redes sociais e Youtube assim que o projeto for lançado. 


“O álbum foi feito por uma equipe que trabalhou com coração, alma, sangue e suor em cada etapa, cada detalhe de cada música deste álbum. Estamos todos muito orgulhosos do trabalho bem feito, de um álbum muito bonito, pronto, só esperando para chegar ao mundo.”


Em setembro, a artista pretende fazer uma turnê com shows para a divulgação do álbum.


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